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<p>As quatro metas de sustentabilidade da Sandvik Mining and Rock Technology para 2030 – segurança, redução de gases de efeito estufa, circularidade e <em>compliance</em> – terão a mesma relevância que as metas tradicionais de negócios.</p>
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As quatro metas de sustentabilidade da Sandvik Mining and Rock Technology para 2030 – segurança, redução de gases de efeito estufa, circularidade e compliance – terão a mesma relevância que as metas tradicionais de negócios.

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A Sandvik Mining and Rock Technology planeja cumprir suas metas de sustentabilidade para 2030 incorporando-as às metas de negócios.

Quando Henrik Ager assumiu o comando da Sandvik Mining and Rock Technology em 2019, ele se encarregou dos esforços da área de negócios para implementar metas de sustentabilidade nas práticas comerciais diárias.

Em vez de serem considerações secundárias, as quatro metas de sustentabilidade para 2030 – segurança, redução de gases de efeito estufa, circularidade e compliance – terão a mesma relevância que as metas de negócios tradicionais, como redução de custos ou crescimento da receita, e também terão importância central no desenvolvimento de novos produtos e soluções.

“Quanto mais vincularmos nossas metas às metas de negócios e encontrarmos maneiras de combiná-las para alcançar um bem comum, maior será a chance de cumpri-las”, conta Ager. “É quando existem metas de sustentabilidade não ancoradas ao negócio que aumenta o risco de que elas caiam no esquecimento em tempos desafiadores.”

Com a mineração responsável ​​por cerca de 3% a 4% das emissões globais, a pressão sobre os clientes da Sandvik está crescendo. Se a Sandvik puder fornecer equipamentos mais eficientes em termos de energia, com menor impacto de carbono em seus ciclos de vida, e reduzir as emissões de seus serviços e logística, esses ganhos podem ser repassados ​​aos clientes.

“A sustentabilidade é crítica para o nosso desempenho de longo prazo e o dos nossos clientes”, afirma Ager. “Para eles, uma abordagem agressiva é essencial.”

Reduzindo gases de efeito estufa

A Sandvik já está trabalhando duro para reduzir as emissões em suas próprias instalações, coletando calor residual e usando-o para manter as instalações aquecidas, usando fontes de energia mais sustentáveis e reduzindo as taxas de descarte.

Ager enxerga reduções substanciais de emissões de carbono a partir de mudanças na logística.

“Se você enviar um bit em um barco, gerará cerca de cem vezes menos CO2 do que se o transportar em um avião”, ressalta. “Essa abordagem reduz em dez mil toneladas o CO2 gerado.”

No futuro, quando a Sandvik detalhar uma cotação para um cliente potencial, ela enfatizará as reduções comprovadas de CO2 que virão com a entrega, assim como o preço.

Outras melhorias, como maior eficiência energética, durabilidade do equipamento, digitalização e automação, também prometem reduzir as emissões de CO2 dos clientes.

Ao mesmo tempo, os fornecedores da empresa terão que demonstrar o progresso que estão fazendo no sentido de diminuir suas próprias pegadas de CO2 se quiserem trabalhar com a Sandvik.

<p>Quando chegou à Sandvik Mining and Rock Technology em 2019, Henrik Ager assumiu o controle dos esforços da empresa para integrar as metas de sustentabilidade às práticas comerciais diárias.</p>

Quando chegou à Sandvik Mining and Rock Technology em 2019, Henrik Ager assumiu o controle dos esforços da empresa para integrar as metas de sustentabilidade às práticas comerciais diárias.

Círculo completo

A Sandvik pretende tornar seus produtos e os materiais usados em embalagens pelo menos 90% circulares até 2030, e exigirá o mesmo dos fornecedores. Também visa reduzir pela metade os resíduos da produção.

“A circularidade obviamente afeta as emissões de CO2”, explica Ager. “Quanto mais material podemos reutilizar, menos precisamos criar.”

Hoje, mais de 30% das unidades da Sandvik possuem 100% de recuperação de resíduos.

A empresa também tem um programa de reciclagem que compra de volta os bits e pastilhas de aço e ferramentas de metal duro dos clientes e, em seguida, os transforma novamente em matéria-prima. Ela recicla até mesmo os consumíveis fornecidos pelos concorrentes.

Segurança

Como parte de sua meta de “zero dano às pessoas”, a Sandvik busca reduzir pela metade o índice de lesões e doenças ocupacionais entre seus colaboradores e também oferecer programas de saúde e bem-estar a todos do time.

“Quando se trata de zero dano às pessoas e compliance, atualmente temos práticas maduras”, ressalta Ager.

Em 2017 e 2019, as taxas de lesões caíram 10% em relação ao ano anterior.

No futuro, a Sandvik espera melhorar a saúde e a segurança nas operações dos clientes por meio da eletrificação da mina, o que reduzirá o impacto de partículas de diesel na saúde.

A digitalização e a automação também oferecem várias oportunidades diferentes para a Sandvik e seus clientes reduzirem o risco de lesões, permitindo que os equipamentos de mineração sejam manobrados remotamente para locais perigosos e de difícil acesso.

Além disso, a Sandvik exige que os fornecedores atendam aos mesmos padrões elevados e agora analisará os riscos e benefícios à saúde e segurança de todos os novos produtos e atualizações oferecidos aos clientes.

Jogo Limpo

O sistema de compliance da Sandvik está totalmente integrado a todas as operações de negócios, o que significa que os controles internos alertam para quaisquer riscos relacionados a possíveis práticas de negócios inadequadas, especialmente em países onde suborno e corrupção são um problema.

A empresa também está empenhada em desenvolver uma força de trabalho diversa e inclusiva, na qual pelo menos um terço dos gerentes sejam mulheres.

Quanto ao impacto social, a Sandvik Mining and Rock Technology se engaja ativamente com comunidades ao redor do mundo, trabalhando com prevenção de HIV / AIDS na África, igualdade de gênero e educação na Índia e outras iniciativas locais em países onde a empresa está presente.

A Sandvik também exige que os fornecedores cumpram o Código de Conduta do Fornecedor da empresa. Isso significa, entre outras coisas, que eles devem seguir as leis locais, ter horários de trabalho razoáveis, permitir que os colaboradores se sindicalizem, não empregar trabalho infantil ou forçado e não extrair minerais em áreas de conflito.

“Definimos nossas metas para 2030 e, embora possa parecer distante, em muitos aspectos já está chegando,” resume Ager. “Nossa ambição é alta, e nosso objetivo é transformar a indústria.”